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Baião de Nós Três volta à Caruaru dia 31 cheio de novidades

A música, a poesia e as histórias estão de volta em mais uma edição do Baião de Nós Três, que desta vez apresenta Flávio Leandro, Valdir Santos e Petrúcio Amorim. A noite da próxima sexta-feira (31) terá a participação especial de Jorge de Altinho e show de abertura com Sóstenes. Será às 21h, no Espaço Difusora, através de Quayada Produções e Môllins. O público que já estava com saudade de um show com bons bate-papos, descontração e música de qualidade já pode adquirir os ingressos do espetáculo show na Actual Turismo (Shopping Difusora), ou nos tels. 3721.3563  e 99198.2555.

Os produtores Evanildo Barbosa (Quayada Produções), João Carlos Lins e Wall Barros (Môllins) trazem de volta para Caruaru o evento que foi sucesso em turnês em várias capitais do Nordeste. Agora, com novo formação e com convidado. Os caruaruenses Valdir Santos e Petrúcio Amorim seguem no projeto cultural e musical formando o Baião de Nós Três com o veterano de forró e novato no grupo, Flávio Leandro.

Cantor e compositor, Flávio Leandro é seguidor das obras de Luiz Gonzaga, Trio Nordestino e Jackson do Pandeiro. Dentre suas várias composições os destaques ficam por conta das músicas “Fuxico” e “Oferendar”, gravadas por Elba Ramalho, “brasilidade” e “de mala e cuia” gravadas por Flávio José. Beberam também da fonte do “poeta cantador”: Adelmário Coelho, que gravou o sucesso “Bahia, forró e folia”, Alcymar Monteiro, Jorge de Altinho, Santanna, Waldonys, Limão com Mel, Cheiro de Menina, Petrúcio Amorim, Maciel Melo, Geraldinho Lins, Clã Brasil, Nádia Maia, Joquinha Gonzaga, Trio Virgulino, Meketrefe e Cristina Amaral.

Jorge de Altinho, filho natural de Olinda, quis o destino que ele fosse morar na cidade de Altinho, onde passou uma infância típica das crianças de sua idade. A  música sempre o fascinou, ao ponto de copiar suas matérias escolares, ouvindo canções. Chamou sua atenção “Menina Linda”, de Renato e seus Blue Caps, sucesso dos The Beatles, que por curiosidade resolveu copiar a música inteira no caderno. Nascia involuntariamente seu envolvimento com a música de forma definitiva e irrevogável. O tempo e os fatos iriam comprovar.

Separado apenas por 30 quilômetros de Caruaru, considerado um dos maiores caldeirões culturais do Brasil, Jorge conviveu com os violeiros, aboiadores, coquistas, sanfoneiros, leitores de cordel, emboladores, além dos artesanatos de palha, couro e barro, do mestre Vitalino, despertou interesse pela música regional, manancial para suas músicas e fonte de permanente inspiração. No encontro casual com o Trio Nordestino, surgiu uma grande afinidade com suas músicas, foi daí que o trio gravou: “Sapo Cururu”, cadê o cururu… e “Fole de Ouro”, “A Separação”, “Forro Quentão”, “Amor Demais”, “Chamego Proibido” e “Mané Gambá”. Seu primeiro disco seria gravado em 1980, pela Emi-Odeon, com 12 músicas de sua autoria.

Ao longo de sua carreira ganhou o respeito e a estima de muitos amigos, como o saudoso Chacrinha, que o convidou a participar de dezena de programas, resultando em vários discos de ouro e o carinho de colegas a exemplo de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Alcione, Fagner, Zé Ramalho, todos com participações especiais em seus discos. Ficou com vontade de saber mais histórias sobre esse forrozeiro e os demais do projeto? Então ligue agora e reserve sua mesa.

 

 

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